Gerência da Paulista - Secretaria de Coordenação das Subprefeituras
- Uma nova forma de zeladoria
- Gerente e equipe,da Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, exclusivos para cuidar e conservar a principal avenida da América Latina.
terça-feira, 16 de junho de 2009
Hoje - 16/06
Dia de andar pela avenida e verificar se os serviços solicitados já foram feitos.Balanço no final do dia no blog. Não deixem de acompanhar!
Hora do Intervalo no Blog da Gerência
Para que nosso blog não fique ocioso enquanto vistoriamos a avenida ou estamos em alguma reunião discutindo soluções e melhorias, convidamos pessoas que como nós vivem a Paulista, para escrever e contribuir na construção deste espaço.
Participarão desta experiência alguns seguidores do Twitter que se manifestaram e deixarão aqui algumas impressões sobre a Paulista.
Muita coisa legal vai ser publicada. Confira e deixe a sua opinião!
Abraço,
Equipe da Gerência da Paulista
Participarão desta experiência alguns seguidores do Twitter que se manifestaram e deixarão aqui algumas impressões sobre a Paulista.
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Abraço,
Equipe da Gerência da Paulista
domingo, 14 de junho de 2009
Domingo é dia de história: Folia na Avenida Paulista
por Sylvio Neves da Rocha, no site São Paulo Minha Cidade
Nasci em São Paulo em 1928, no bairro Indianópolis, à Alameda Tapuias, e no mesmo ano fomos morar na Avenida Doutor Arnaldo, 1532, no Sumaré, na casa que meu pai construiu e que ainda existe. Tenho boa memória quanto às passagens da minha infância. Lembro-me que em 1933 ou 34, numa tarde de domingo, meu pai nos levou à Avenida Paulista para que fossemos (eu, irmã e irmão) provar Toddy, que era a novidade mais recente em São Paulo. Naquela época não havia bares e nem lanchonetes, por isso instalaram um balcão na calçada e ali preparavam e serviam o delicioso Toddy, que era procurado por muita gente.
A Avenida Paulista, como hoje, era palco de grandes acontecimentos e quem viveu durante as décadas de 1930 a 50, deve lembrar do corso que se realizava durante o carnaval. Os bailes em salões ainda não eram populares e a folia se restringia às ruas, especialmente na Avenida Paulista. A maior parte dos automóveis daquela época eram sem capota, conversíveis, o que
facilitava a alegria.
Na ocasião, o volume de confetes e serpentinas jogados à rua era tão grande que dificultava o tráfego e os automóveis eram obrigados a parar para que os garis fizessem a limpeza.
Quase todos usavam fantasias, máscaras, faces pintadas e a alegria era contagiante. Os automóveis paravam para que os foliões pudessem brincar entre si, dançando, pulando e cantando. Tudo era realizado dentro do maior respeito, mesmo porque os que participavam dessa comemoração possuíam automóvel e eram considerados a “elite” paulistana. A maior concentração era realizada no domingo de carnaval.
É uma pena que a juventude de hoje não possa ter idéia do que foi a vida de seus pais e avós para seguirem o exemplo, mas é a evolução dos tempos e a nós compete aceitar. Poder recordar já é uma dádiva.
Nasci em São Paulo em 1928, no bairro Indianópolis, à Alameda Tapuias, e no mesmo ano fomos morar na Avenida Doutor Arnaldo, 1532, no Sumaré, na casa que meu pai construiu e que ainda existe. Tenho boa memória quanto às passagens da minha infância. Lembro-me que em 1933 ou 34, numa tarde de domingo, meu pai nos levou à Avenida Paulista para que fossemos (eu, irmã e irmão) provar Toddy, que era a novidade mais recente em São Paulo. Naquela época não havia bares e nem lanchonetes, por isso instalaram um balcão na calçada e ali preparavam e serviam o delicioso Toddy, que era procurado por muita gente.
A Avenida Paulista, como hoje, era palco de grandes acontecimentos e quem viveu durante as décadas de 1930 a 50, deve lembrar do corso que se realizava durante o carnaval. Os bailes em salões ainda não eram populares e a folia se restringia às ruas, especialmente na Avenida Paulista. A maior parte dos automóveis daquela época eram sem capota, conversíveis, o que
facilitava a alegria.
Na ocasião, o volume de confetes e serpentinas jogados à rua era tão grande que dificultava o tráfego e os automóveis eram obrigados a parar para que os garis fizessem a limpeza.
Quase todos usavam fantasias, máscaras, faces pintadas e a alegria era contagiante. Os automóveis paravam para que os foliões pudessem brincar entre si, dançando, pulando e cantando. Tudo era realizado dentro do maior respeito, mesmo porque os que participavam dessa comemoração possuíam automóvel e eram considerados a “elite” paulistana. A maior concentração era realizada no domingo de carnaval.
É uma pena que a juventude de hoje não possa ter idéia do que foi a vida de seus pais e avós para seguirem o exemplo, mas é a evolução dos tempos e a nós compete aceitar. Poder recordar já é uma dádiva.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
13º Parada do Orgulho LGBT
Em sua 13 edição Parada exige mais cidadania sem Homofobia
No dia 14 de Junho, a Parada do Orgulho LGBT, chega a sua 13 edição em São Paulo.
A maior parada do mundo, coloca na avenida paulista o tema “Sem Homofobia, Mais cidadania” , para discutir o fim da perseguição a homossexuais. É de fato uma contradição: O país que faz realizar a maior manifestação homossexual do mundo, também é o país que mais mata e persegue pessoas pela sua identidade sexual e onde não há legislação que proteja contra a homofobia.
A concentração que começará às 10h continua em frente ao Masp, mas na pista contrária, já diante do Trianon. É que com as obras da Linha Amarela do Metrô, entre a Paulista e a rua da Consolação, o percurso da manifestação será feito na “contramão” para que os trios possam contornar a obra e pegar a faixa direita da Consolação. A saída será ao meio dia. O caminho será o mesmo dos anos anteriores, com dispersão prevista para acontecer às 18 horas na Praça Roosevelt.
A exemplo do ano passado espera-se a participação de cerca de 3,5 milhões de pessoas. Ao término da Parada, a cidade de São Paulo estará cerca de R$ 180 milhões mais rica.
Este é o investimento médio que as pessoas esperadas no evento devem deixar na cidade. A previsão e que a cidade receba mais de 400 mil visitantes, 5% deles provenientes do exterior.
A Associação da Parada do Orgulho LGBT irá investir cerca de R$ 760 mil, no evento. A Prefeitura de São Paulo, através da Secretaria de Participação e Parceria irá destinar outros R$ 550 mil. O montante investido pela Administração Pública será utilizado, sobretudo, em infraestrutura.
Serão instalados neste ano 900 banheiros químicos e a saúde recebeu uma atenção especial. Serão instalados três postos médicos: um em frente ao MASP, com 50 leitos; um em frente ao Cemitério da Consolação, com 40 leitos; e outro na Praça Roosevelt, também com 50 leitos. Os pontos médicos, com 140 leitos contarão com equipamentos de mini-hospitais. São 10 ambulâncias UTIs e 16 ambulâncias de remoção. Para a segurança serão 1.200 policiais militares, além de 420 seguranças.
Uma equipe de 120 funcionários públicos também estarão no auxilio do evento trabalhando voluntariamente. Eles irão atuar na parte de organização, na campanha contra a homofobia, distribuição de materiais e nos eventos paralelos. Vale ressaltar que toda a Av. Paulista será gradeada, inclusive nas áreas dos Metrôs Consolação e Trianon, que não estarão em funcionamento nos períodos das 12h às 18h.
Fonte: Portal da Prefeitura de São Paulo
No dia 14 de Junho, a Parada do Orgulho LGBT, chega a sua 13 edição em São Paulo.
A maior parada do mundo, coloca na avenida paulista o tema “Sem Homofobia, Mais cidadania” , para discutir o fim da perseguição a homossexuais. É de fato uma contradição: O país que faz realizar a maior manifestação homossexual do mundo, também é o país que mais mata e persegue pessoas pela sua identidade sexual e onde não há legislação que proteja contra a homofobia.
A concentração que começará às 10h continua em frente ao Masp, mas na pista contrária, já diante do Trianon. É que com as obras da Linha Amarela do Metrô, entre a Paulista e a rua da Consolação, o percurso da manifestação será feito na “contramão” para que os trios possam contornar a obra e pegar a faixa direita da Consolação. A saída será ao meio dia. O caminho será o mesmo dos anos anteriores, com dispersão prevista para acontecer às 18 horas na Praça Roosevelt.
A exemplo do ano passado espera-se a participação de cerca de 3,5 milhões de pessoas. Ao término da Parada, a cidade de São Paulo estará cerca de R$ 180 milhões mais rica.
Este é o investimento médio que as pessoas esperadas no evento devem deixar na cidade. A previsão e que a cidade receba mais de 400 mil visitantes, 5% deles provenientes do exterior.
A Associação da Parada do Orgulho LGBT irá investir cerca de R$ 760 mil, no evento. A Prefeitura de São Paulo, através da Secretaria de Participação e Parceria irá destinar outros R$ 550 mil. O montante investido pela Administração Pública será utilizado, sobretudo, em infraestrutura.
Serão instalados neste ano 900 banheiros químicos e a saúde recebeu uma atenção especial. Serão instalados três postos médicos: um em frente ao MASP, com 50 leitos; um em frente ao Cemitério da Consolação, com 40 leitos; e outro na Praça Roosevelt, também com 50 leitos. Os pontos médicos, com 140 leitos contarão com equipamentos de mini-hospitais. São 10 ambulâncias UTIs e 16 ambulâncias de remoção. Para a segurança serão 1.200 policiais militares, além de 420 seguranças.
Uma equipe de 120 funcionários públicos também estarão no auxilio do evento trabalhando voluntariamente. Eles irão atuar na parte de organização, na campanha contra a homofobia, distribuição de materiais e nos eventos paralelos. Vale ressaltar que toda a Av. Paulista será gradeada, inclusive nas áreas dos Metrôs Consolação e Trianon, que não estarão em funcionamento nos períodos das 12h às 18h.
Fonte: Portal da Prefeitura de São Paulo
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Parque Trianon acolhe a chegada do inverno com trilha noturna
O programa Trilhas Urbanas promove em 21 de junho, domingo, a atividade Trilha das Estações:
Bem-Vindo ao inverno, Trianon! A trilha gratuita começa a partir das 18h, e para participar basta dirigir-se ao Portão 4 do Parque Trianon.
Quem quiser conhecer um pouco mais da história, da fauna e da flora do parque Tenente Siqueira Campos (Trianon) terá a oportunidade de participar de uma trilha monitorada neste mês em que se comemora o meio ambiente.
Desenvolvido pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, o programa Trilhas Urbanas promove no dia 21 de junho, domingo, a atividade Trilha das Estações: Bem-Vindo ao inverno, Trianon!
Aberta ao público, a trilha é noturna, a partir das 18h, e homenageia a chegada do inverno. A caminhada é leve, em meio às várias espécies de árvores remanescentes de Mata Atlântica em pleno coração da avenida Paulista.
O evento é gratuito e para participar dele basta dirigir-se ao Portão 4 do Parque Trianon, às 18h. Trianon Criado em abril de 1892, o parque Trianon tem 47.132 m² e sua história vincula-se à criação da avenida Paulista e à modernização e urbanização da Cidade.
Em sua área são encontradas espécies nativas como pau-brasil, pau-ferro, jequitibá, embaúba, castanha-do-maranhão, paineira, canela, sapucaia, sibipiruna, jerivá, chichá, além de espécies exóticas provenientes de outros países como figueira, espatódea, chorão, tamareira e seafórtia.
A vegetação atrai aves como gavião-carijó, quiriri, periquito-rico, tesourão e cambacica.
Trilhas Urbanas
O programa oferece oportunidade de conhecer e interagir com espaços públicos da Cidade por meio de trilhas interpretativas realizadas nos parques municipais. Estratégia usada em educação ambiental, a trilha interpretativa é uma prática cuja finalidade é o desenvolvimento educacional do ser humano que, durante determinado percurso, interage em diferentes escalas com o meio natural ou construído. Ele promove, ainda, a interação entre o homem e o meio ambiente a partir de uma metodologia interdisciplinar que, articulando diversas áreas do conhecimento, enseja abordagens transversais da temática ambiental.
Fonte: Portal da Prefeitura de São Paulo
Bem-Vindo ao inverno, Trianon! A trilha gratuita começa a partir das 18h, e para participar basta dirigir-se ao Portão 4 do Parque Trianon.
Quem quiser conhecer um pouco mais da história, da fauna e da flora do parque Tenente Siqueira Campos (Trianon) terá a oportunidade de participar de uma trilha monitorada neste mês em que se comemora o meio ambiente.
Desenvolvido pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, o programa Trilhas Urbanas promove no dia 21 de junho, domingo, a atividade Trilha das Estações: Bem-Vindo ao inverno, Trianon!
Aberta ao público, a trilha é noturna, a partir das 18h, e homenageia a chegada do inverno. A caminhada é leve, em meio às várias espécies de árvores remanescentes de Mata Atlântica em pleno coração da avenida Paulista.
O evento é gratuito e para participar dele basta dirigir-se ao Portão 4 do Parque Trianon, às 18h. Trianon Criado em abril de 1892, o parque Trianon tem 47.132 m² e sua história vincula-se à criação da avenida Paulista e à modernização e urbanização da Cidade.
Em sua área são encontradas espécies nativas como pau-brasil, pau-ferro, jequitibá, embaúba, castanha-do-maranhão, paineira, canela, sapucaia, sibipiruna, jerivá, chichá, além de espécies exóticas provenientes de outros países como figueira, espatódea, chorão, tamareira e seafórtia.
A vegetação atrai aves como gavião-carijó, quiriri, periquito-rico, tesourão e cambacica.
Trilhas Urbanas
O programa oferece oportunidade de conhecer e interagir com espaços públicos da Cidade por meio de trilhas interpretativas realizadas nos parques municipais. Estratégia usada em educação ambiental, a trilha interpretativa é uma prática cuja finalidade é o desenvolvimento educacional do ser humano que, durante determinado percurso, interage em diferentes escalas com o meio natural ou construído. Ele promove, ainda, a interação entre o homem e o meio ambiente a partir de uma metodologia interdisciplinar que, articulando diversas áreas do conhecimento, enseja abordagens transversais da temática ambiental.
Fonte: Portal da Prefeitura de São Paulo
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